Alemanha apresenta estratégia de segurança integrada

Governo alemão revelou esta quarta-feira estratégia de segurança integrada
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O Governo alemão uma estratégia de segurança integrada que, para além dos temas estritamente relacionados com a Defesa, inclui aspetos como o fornecimento de matérias-primas, segurança energética, segurança alimentar ou alterações climáticas.

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A Alemanha acordou para os crescentes riscos militares, económicos e sociais que enfrenta. Quem o diz é o Governo alemão ao revelar uma estratégia integrada de segurança, sem precedentes na história do país no pós-Segunda Guerra Mundial. A abordagem foi discutida, pela primeira vez, pela coligação governamental há dois anos, mas recebeu um novo impulso com a invasão da Ucrânia pela Rússia.

"Consistentemente, a estratégia de segurança nacional segue o princípio orientador da segurança integrada. Não se trata apenas da Defesa e das Forças Armadas, mas de toda a nossa segurança - da diplomacia à polícia, corpo de bombeiros e organizações de assistência técnica à cooperação para o desenvolvimento, segurança cibernética e à resiliência das cadeias de abastecimento”, explicou o chanceler alemão, Olaf Scholz. 

A ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock, disse que a segurança integrada é crucial a nível nacional e internacional. “E assim como pensamos em segurança integrada juntamente com os nossos parceiros, especialmente na União Europeia e nas Nações Unidas, segurança integrada também significa pensar em segurança interna e externa juntos”, realçou.

Berlim aumentou os gastos militares desde o início da guerra na Ucrânia. A estratégia considera que a principal ameaça atual vem da Rússia, mas também defende a necessidade de desconfiar da China como um risco potencial aos interesses nacionais.

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