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Agência de Energia Atómica tenta acalmar preocupação com descarga de água tratada de Fukushima

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica está de visita ao Japão
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica está de visita ao Japão Direitos de autor Hiro Komae/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Hiro Komae/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  euronews
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O organismo de vigilância nuclear da ONU aprovou o plano nipónico para descarregar água tratada da central no Oceano Pacífico, o que não agrada aos países vizinhos.

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A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) aprovou o plano japonês para descarregar no Oceano Pacífico as águas residuais tratadas da central nuclear de Fukushima. Durante a sua visita ao Japão, o diretor do organismo entregou o relatório final da análise que a agência fez durante dois anos ao plano nipónico ao primeiro-ministro Fumio Kishida.

“Nas últimas cinco horas, mais ou menos, visitei lugares diferentes, locais diferentes. E também pude ver mais de perto as instalações que estão a ser preparadas caso haja uma decisão de começar com as descargas controladas e fiquei satisfeito com o que vi", afirmou Rafael Mariano Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica.

Antes, Grossi já tinha transmitido a mesma mensagem a representantes locais de pescadores e agricultores, preocupados com danos reputacionais. Os países vizinhos também estão preocupados.

Há muito que a China se opõe ao plano de descarga da água.

"A descarga da água contaminada por energia nuclear de Fukushima, no Japão, é de grande interesse público internacional, e não há espaço para ambiguidades ou erros. A China insta o Japão a respeitar a ciência e os factos, e a não tentar usar o relatório da AIEA como um escudo para fazer a descarga para o mar", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Wenbin.

E embora o governo da Coreia do Sul diga que respeita a decisão da Agência de Energia Atómica, houve protestos em Seul contra a descarga de água. Ativistas dizem que o organismo não considerou alternativas.

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