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Partiu o último carregamento de cereais ucranianos pelo Mar Negro

Navio de transporte de cereais ancorado no Mar Negro, em Istambul
Navio de transporte de cereais ancorado no Mar Negro, em Istambul Direitos de autor Sercan Ozkurnazli/AP
Direitos de autor Sercan Ozkurnazli/AP
De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
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Rússia quebrou acordo dos cereais, último carregamento já partiu. Secretário-geral da ONU diz que são os mais desprotegidos que vão pagar um preço elevado pela decisão.

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Partiu o último navio de carga com cereais ucranianos inspecionado em Istambul, na Turquia, no âmbito do acordo internacional para a exportação de cereais, através do Mar Negro, celebrado com a Rússia. 

Moscovo anunciou a decisão de quebrá-lo, no dia em que duas explosões destruíram a ponte da Crimeia. Mas garantiu que a decisão já estava tomada.

 O Secretário-Geral da ONU, que mediou o primeiro acordo, manifestou-se profundamente desiludido com a decisão e lançava um alerta:

Em última análise, a participação nestes acordos é uma escolha. Mas as pessoas que lutam em todo o lado e os países em desenvolvimento não têm escolha. Centenas de milhões de pessoas passam fome e os consumidores estão a enfrentar uma crise global do custo de vida. São eles que vão pagar o preço.
António Guterres
Secretário-geral da ONU

As críticas à Rússia também choveram na Europa. O chanceler alemão, Olaf Scholz, afirmava que "t__oda a gente vai perceber, exatamente, o que está por detrás disto". O facto de a "Rússia não se sentir responsável pela boa coexistência no mundo."

A Ucrânia e a Rússia estão entre os maiores exportadores de cereais do mundo e muitos países dependem disso para evitar a fome. 

Moscovo garantia estar disposta a retomar o acordo se forem levantadas as sanções relativas aos fertilizantes e produtos alimentares russos. O Ocidente acusa a Rússia de usar os alimentos como arma de guerra.

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