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Regresso às aulas marcado por tensão em vários países europeus

Em França, alguns alunos tiveram de trocar de escolas porque alguns edifícios foram destruídos nos motins do início do verão.
Em França, alguns alunos tiveram de trocar de escolas porque alguns edifícios foram destruídos nos motins do início do verão. Direitos de autor LUDOVIC MARIN/AFP or licensors
Direitos de autor LUDOVIC MARIN/AFP or licensors
De  Euronews
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Na Polónia, a rentrée escolar está a ser ensombrada por protestos dos professores que exigem aumentos salariais.

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Na Europa é tempo de regresso às aulas, mas com turbulência à mistura.

Em França, os alunos de duas escolas primárias em La Vierrière, no oeste de Paris, começam, esta segunda-feira, o ano letivo numa casa diferente.

As escolas onde estudavam foram incendiadas durante os motins registados no início do verão, na capital francesa.

Na Polónia, o novo ano escolar arranca ao som de protestos.

Os professores exigem aumentos salariais de 20%. Na sexta-feira, 3500 professores, representantes de organizações educativas e encarregados de educação de todo o país juntaram-se numa manifestação coletiva.

“Tenhamos consciência de que a educação está hoje num ponto de viragem, numa grande viragem. A questão é como é que vamos sair dessa reviravolta. É uma questão sobre o futuro dos estudantes, sobre o futuro da educação, dos trabalhadores da educação. Está tudo nas nossas mãos”, sublinhou Slawomir Broniarz, presidente do sindicato dos professores polacos.

Na Sérvia, a primeira semana de aulas será temática. Na segunda os alunos serão avaliados, mas sem notas.

As mudanças foram adotadas para aliviar a ansiedade no regresso às aulas e o trauma dos alunos, ainda mal refeitos do choque provocado pelo trágico tiroteio numa escola de Belgrado em maio, no qual morreram noves pessoas, incluindo oito crianças.

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