Loader
Encontra-nos
Publicidade

China acusa UE de "protecionismo"

Carregando o vídeo
Bruxelas diz que os preços dos automóveis elétricos chineses são "artificialmente baixos"
Bruxelas diz que os preços dos automóveis elétricos chineses são "artificialmente baixos" -  Direitos de autor  AP Photo
Direitos de autor AP Photo
De Teresa Bizarro
Publicado a
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

Resposta de Pequim à investigação ao financiamento público da indústria chinesa de veículos elétricos

"Preocupada e insatisfeita" - assim está a China com a notícia de que a União Europeia vai lançar uma investigação sobre os subsídios concedidos pelo Estado aos fabricantes chineses de automóveis eléctricos.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

A investigação foi anunciada pela presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, durante o discurso sobre o Estado da União no Parlamento Europeu, esta quarta-feira.

A Câmara de Comércio sino-europeia pede reflexão. Os representantes das empresas da Europa que operam na China pedem à Comissão para não recorrer a "instrumentos comerciais unilaterais".

Bruxelas diz que os preços dos veículos eléctricos chineses na UE são "artificialmente baixos", mas Pequim diz que o inquérito representa uma manobra de "protecionismo flagrante" que vai "distorcer e perturbar" a cadeia global de fornecimento automóvel, mesmo dentro do bloco europeu.

O investimento chinês na Europa foi uma das questões discutidas na reunião entre Von der Leyen e o primeiro-ministro da China na recente cimeira do G20. Bruxelas tenta encontrar um equilíbrio entre a promoção do comércio com a China que não prejudique os produtores europeus.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

China: cheias súbitas em local turístico deixam dez mortos e 23 feridos

China: ponte mais alta atrai milhões de visitantes

China: Xi Jinping exige resgate total após explosão em mina de carvão matar pelo menos 90