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Pelo menos 51 mortos num dos piores bombardeamentos russos na Ucrânia

Bombeiros tentam apagar o fogo no local do bombardeamento em Hroza, na Ucrânia
Bombeiros tentam apagar o fogo no local do bombardeamento em Hroza, na Ucrânia Direitos de autor Presidência da Ucrânia via AP
Direitos de autor Presidência da Ucrânia via AP
De  Francisco Marques
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Foi "um ataque terrorista, cruel e deliberado", descreveu o ministro da Defesa da Ucrânia, após um míssil "Iskander" atingir uma cerimónia fúnebre civil

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É um dos mais mortíferos bombardeamentos russos na Ucrânia, desde o início da invasão, e as ondas de choque estão a chegar a Espanha, onde se encontra o presidente ucraniano.

Foi aliás Volodymyr Zelenskyy a dar a má notícia durante a terceira cimeira da Comunidade Política Europeia, em Granada. O líder ucraniano descreveu, ali, o que disse ser mais "um crime russo manifestamente brutal".

Pelo menos 51 pessoas, incluindo uma criança, foram mortas na cidade de Hroza, no leste da Ucrânia, a menos de 100 quilómetros da fronteira com a Rússia. Há ainda registo de pelo menos seis feridos.

O ataque russo terá sido realizado com recurso a pelo menos um míssil "Iskander". Aconteceu por voltas das 13h25 locais, menos duas horas em Lisboa, e atingiu um local onde estavam reunidas diversas pessoas numa vigília por um conterrâneo morto.

O ministro da Defesa da Ucrânia descreveu este novo ataque russo de longo alcance como "terrorista, cruel e deliberado". 

Rustem Umyerov pede mais sistemas de defesa antiaérea aos aliados para evitar outras tragédias como esta na região de Kupyans, a sul de Kharkiv

Outras fontes • AFP, Interfax

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