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ONU relata mais de 4600 novas mortes de civis na Ucrânia e fala nos horrores cometidos pela Rússia

Anatolii Panteleiev, 42 anos, e a mulher Olha Panteleieva, 36 anos, vítimas de ataque com um míssil russo
Anatolii Panteleiev, 42 anos, e a mulher Olha Panteleieva, 36 anos, vítimas de ataque com um míssil russo Direitos de autor Alex Babenko/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Alex Babenko/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
De  Nara Madeira com AP, AFP
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ONU contabiliza mais de 4600 baixas civis entre fevereiro e julho, em resultado da invasão russa na Ucrânia. Sobreviventes relatam cenas de horror.

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A Agência da ONU para os Direitos Humanos contabiliza mais de 4600 novas baixas civis,entre 1 de fevereiro e 31 de julho de 2023, resultantes da invasão russa na Ucrânia. 

Os sobreviventes relatam cenas de horror, como referia, em conferência de imprensa a Alta Comissária-adjunta da ONU para os Direitos Humanos. Nada Al-Nashif falava em "crueldades inimagináveis", que passam por turtura, choques elétricos, violência sexual e espancamentos.

No total, a ONU registou quase 10 000 civis mortos desde o início da invasão russa em grande escala, números confirmados. Mas acredita-se que as perdas sejam muito superiores.

A referida agência está também preocupada com a integração forçada dos habitantes dos territórios ocupados, sobretudo depois de a Rússia ter começado a distribuir passaportes, e acusa Moscovo de, com a sua estratégia agressiva, aumentar os riscos de detenções arbitrárias e de perseguição daqueles que resistem.

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