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"Era uma vez um estúdio": 100 anos de histórias insólitas da Disney

O primeiro parque de diversões Disney foi criado em 1955, mas a Disneyland de Orlando, na Flórida (na foto), só nasceu em 1971
O primeiro parque de diversões Disney foi criado em 1955, mas a Disneyland de Orlando, na Flórida (na foto), só nasceu em 1971 Direitos de autor Joe Burbank/Orlando Sentinel
Direitos de autor Joe Burbank/Orlando Sentinel
De  Teresa Bizarro com AFP
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No centenário da Disney, o estúdio lança uma curta-metragem com mais de meio milhar de personagens. Muitas com histórias pouco conhecidas.

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É uma curta metragem para celebrar os 100 anos de cinema. Em nove minutos, a Disney faz desfilar 543 personagens de mais de 85 filmes. "Era uma vez um Estúdio", celebra 10 décadas de histórias.

Ao mesmo tempo, 10 filmes clássicos de animação voltararam às salas de cinema de todo o mundo. 

A celebração do centenário da Disney acontece em plena greve dos atores,em Hollywood, com centenas de profissionais a marcar posição frente à sede da empresa em Los Angeles.

Cinco histórias sobre a Disney que talvez não conheça

  • Beatles fora de "O Livro da Selva"

Se a imagem dos abutres em "O Livro da Selva" (1967) faz lembrar os Beatles, não é por acaso. A Disney tentou recrutar John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr para fazerem as vozes. Sem sucesso. Há rumores de que isso se deveu a problemas de agenda ou a um veto de Lennon.

O realizador que fez uma nova versão, com personagens reais, Jon Favreau, confidenciou numa entrevista em 2016 que teve a mesma ideia, para o mesmo resultado. "Tentei pôr o Paul e o Ringo no filme (...) mas não consegui. Tivemos a ideia demasiado tarde", disse à revista britânica Radio Times.

  • Heroínas que não falam

Duas linguistas, Carmen Fought e Karen Eisenhauer, contaram o tempo de fala das princesas da Disney. Nos clássicos "Branca de Neve e os Sete Anões" (1937), "Cinderela" (1950) e "A Bela Adormecida" (1959), as mulheres têm tanto ou mais tempo de palavra do que os homens.

Nos anos 90 e 2000, a discrepância acentuou-se. Em "Aladino" (1992), 90% das personagens são homens, e 77% em "Mulan" (1998). O panorama melhora em "Rapunzel" (2010, 52% dos actores são homens) e "Brave" (2012, 74%). Mas em "A Rainha da Neve" (2013), cujas heroínas são duas irmãs, os homens têm 59% do tempo dos diálogos.

Os especialistas explicam a discrepância com as personagens secundárias. "Estamos tão habituados a pensar no género masculino como norma e, por exemplo, quando se acrescenta um lojista, é um homem", explicou Karen Eisenhauer ao Washington Post em 2016.

  • Jackie Chan, a voz do Monstro

Famoso pelos filmes de ação e pela mestria das artes marciais, Jackie Chan tem um lado menos conhecido, mas nem por isso menos virtuoso. O ator chinês foi treinado em ópera quando era criança e até cantou na cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Antes disso, Chan emprestou a voz ao herói masculino da versão mandarim de "A Bela e o Monstro" (1991). 

Jackie Chan também foi a a voz de Li Shang, em "Mulan" (1998).

  • Os desenhos também morrem

A morte da mãe em "Bambi" (1942) e a de Mufasa, o pai de Simba, em "O Rei Leão" (1994) levaram lágrimas aos olhos de gerações de crianças. A morte é omnipresente em muitos desenhos animados da Disney e há quem tenha feito uma lista dos desenhos animados mais mortíferos.

O vencedor é o filme de animação "Dinossauro" (2000), com um total estimado de 307.143 mortes, o equivalente à população de lémures da ilha de Madagáscar.

  • Imagens escondidas

Sem que se saiba como, uma mulher em topless aparece na janela de um arranha-céus no filme "As Aventuras de Bernardo e Bianca" (1977). A imagem aparece em dois frames, e é praticamente impossível de detectar a olho nú, mas originou a recolha de milhares de cassetes VHS pela Disney em 1999, altura em que a notícia chegou ao domínio público.

Uma nova versão do filme, já sem gente na referida janela, foi lançada em 2012.

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