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Linkedin despede quase 1400 trabalhadores em sete meses

A Linkedin foi fundada em 2003 e adquirida pela Microsoft em 2016
A Linkedin foi fundada em 2003 e adquirida pela Microsoft em 2016 Direitos de autor Eric Risberg/AP
Direitos de autor Eric Risberg/AP
De  Euronews
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Despedimentos abrangem equipas de engenharia, finanças e recursos humanos

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Segunda vaga de despedimentos em sete meses. A Linkedin, principal rede social de desenvolvimento de carreira e recrutamento, vai suprimir mais 668 postos de trabalho. Quase tantos como os que cortou em maio.

O anuncio foi feito pela Microsoft, proprietária da empresa desde 2016. Feitas as contas, só este ano, a Linkedin despediu 7% dos quase 20 mil trabalhadores.

Vale a pena referir que as receitas da empresa continuam a crescer e ultrapassaram, pela primeira, os 15 mil milhões de dólares no ano fiscal que terminou em junho.

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