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Ajuda humanitária parte do Egito e começa a chegar a Gaza

Camiões com ajuda humanitária para Gaza entram na passagem de Rafah
Camiões com ajuda humanitária para Gaza entram na passagem de Rafah Direitos de autor Fatima Shbair/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
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Os primeiros 20 camiões com ajuda humanitária chegaram, este sábado, a Gaza. A passagem de Rafah já voltou a encerrar.

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Os primeiros camiões que transportam ajuda humanitária para Gaza cruzaram esta manhã a fronteira de Rafah. Passaram 20 veículos e as fronteiras voltaram a encerrar. O presidente do Crescente Vermelho dizia aos jornalistas no local que só entrou ajuda médica, e não se sabe quando a fronteira voltará a abrir.

A ajuda inclui pão fresco entregue, diariamente, às pessoas que ficam em abrigos da ONU e vouchers que podem ser trocados em lojas de alimentos. Segundo diversas fontes, não chegou ao território nenhum combustível.

O Programa Alimentar Mundial acrescentava que este apoio inclui 60 toneladas de alimentos enlatados enviados pelo PAM. A organização acrescentava ter 930 toneladas adicionais de alimentos de emergência na fronteira de Rafah, ou perto dela, prontos a serem enviados para a Faixa de Gaza logo que a passagem volte a abrir.

A abertura da fronteira ocorreu depois de mais de uma semana de contactos diplomáticos ao mais alto nível. Entre os mediadores estiveram Joe Biden e António Guterres que visitaram a região.

Através das redes sociais a ONU e o PMA congratulavam-se com este passo importantíssimo, ainda que não suficiente, para ajudar os palestinianos na Faixa de Gaza a sobreviverem.

Situação em Gaza continua muito complicada

Enquanto o Egito não deixou passar as centenas de titulares de passaportes estrangeiros, entre eles palestinianos (muitos deles com documentação dos EUA), que esperaram para atravessar de Gaza para o Egipto, os mais de dois milhões de palestinianos de Gaza, metade fugidos das suas casas, racionavam alimentos e bebiam água imprópria. 

Já nos hospitais havia cada vez menos medicamentos e combustível para alimentar os geradores que fazem as unidades hopitalares continuarem a funcionar no meio de um apagão, em todo o território.

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