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Os "27" apelam a tréguas em Gaza para permitir ajuda humanitária

Os líderes europeus também debateram a revisão do orçamento da União Europeia
Os líderes europeus também debateram a revisão do orçamento da União Europeia Direitos de autor  Virginia Mayo/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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De Euronews
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Bruxelas apoia organização de "conferência internacional de paz"

Após várias horas de conversações em Bruxelas, os líderes europeus chegaram a acordo para uma declaração conjunta de apelo a tréguas em Gaza, de forma a permitir a chegada de ajuda. 

No texto pede-se um "acesso humanitário contínuo, rápido, seguro e sem entraves". Reitera-se também que Israel tem o direito de se defender no âmbito das normas internacionais, que supõem a proteção das vítimas civis. O presidente do Conselho Europeu relembrou que princípios são esses.

"Um cerco total é algo que não está em conformidade com o direito internacional. E eu confirmo-o: este é um princípio do direito internacional e um cerco total não está em conformidade com o direito internacional. Muitos líderes abordaram este tema. Mas há um sinal muito claro: há uma grave deterioração da situação humanitária em Gaza. E é por isso que consideramos que a UE deve fazer tudo o que for possível para ajudar a resolver esta questão do acesso humanitário", afirmou Charles Michel.

Ficou também o compromisso de organizar uma conferência regional de paz para retomar os esforços de uma solução de dois Estados entre Israel e a Palestina. Uma solução para a qual os países vizinhos são fundamentais.

Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, "é da maior importância falar com todos os atores da região, e já referi anteriormente as múltiplas visitas de líderes a Israel, mas também a outros países como a Jordânia e o Egito. É muito positivo que estas visitas se realizem, porque temos de fazer tudo o que for possível para evitar que a situação se espalhe por toda a região".

Os líderes europeus também debateram a revisão do orçamento da União Europeia, tendo em vista o seu reforço para gerir possíveis catástrofes naturais, questões relativas aos fluxos migratórios e as ajudas financeiras à Ucrânia.

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