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Desespero três dias depois da passagem do furacão Otis em Acapulco

São visíveis as marcas do furacão Otis m Acapulco
São visíveis as marcas do furacão Otis m Acapulco Direitos de autor Felix Marquez/AP
Direitos de autor Felix Marquez/AP
De  Euronews
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O rasto de destruição deixou milhares de pessoas isoladas e sem bens essenciais

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Os efeitos do furacão Otis em Acapulco, no México, aumentam a casa dia que passa. Ao rasto de destruição de quarta-feira somam-se agora os momentos de desespero.

A cidade está sem água, eletricidade e combustível. Um cenário que levou a polícia a autorizar a população a levar comida e bens essenciais das lojas.

As pessoas podem levar "o que podem consumir - água, atum, maionese, o que puderem levar", disse um polícia, junto a um supermercado. O que não é permitido são artigos de grande valor - "electrodomésticos, por exemplo", acrescentou apontando para os frigoríficos atrás de si. "O que não estiver dentro do cabaz de alimentos básicos, não se pode levar".

A tempestade tropical passou a furacão de categoria 5 em 12 horas, sem que fossem accionados os planos de emergência.

Pelo menos 27 pessoas morreram, mas há ainda dezenas de desaparecidos.

Acapulco, na costa mexicana do Pacífico, tem cerca de 700 mil habitantes, mas vive sobretudo do turismo.

O presidente do México, López Obrador disse na sexta-feira que uma comissão do governo vai avaliar quais empresas que tinham seguro para organizar os planos de reconstrução.

"Vamos falar com as seguradoras para que elas não atrasem a papelada, para que ajam rapidamente", disse ele. "Aqueles que não têm seguro, vamos procurar como podem obter crédito barato."

O presidente mostrou-se decidido, embora tenha dado poucos pormenores: "Temos de pôr Acapulco de pé o mais depressa possível. É esse o plano em geral: Ajudar as pessoas afectadas e, ao mesmo tempo, fazer com que o turismo volte ao normal no belo porto de Acapulco."

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