Mais de 900 militares russos morreram por dia em novembro na Ucrânia diz o Reino Unido

Tanques Leopard 1A5, Ucrânia
Tanques Leopard 1A5, Ucrânia Direitos de autor ANATOLII STEPANOV/AFP
De  Euronews com AFP, AP
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Serviços secretos britânicos dizem que as perdas russas na Ucrânia estão a aumentar. Em média morreram mais de 900 soldados por dia, em novembro.

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A batalha por Avdiivka está a ter consequências para o exército russo. Segundo o Euromaiden, site de notícias sobre a Ucrânia em inglês, as unidades de Moscovo lançaram ataques de infantaria numa tentativa de bloquear as principais estradas de acesso à cidade, mas sem sucesso. Os defensores de Kiev continuavam a manter as suas posições na cidade, símbolo da defesa ucraniana na região oriental de Donbass.

Já os serviços secretos britânicos afirmam que as perdas russas na Ucrânia aumentaram nas últimas semanas. Um relatório divulgado esta segunda-feira mostra que, em média, cerca de 930 soldados russos foram mortos por dia em novembro. Mais 140 do que o recorde anterior, estabelecido em março, no auge dos ataques russos à cidade de Bakhmut. Os serviços secretos britânicos não fornecem qualquer informação sobre as perdas ucranianas.

Em Kharkiv, as tropas ucranianas elogiam o alcance dos tanques Leopard, que foram doados. A Dinamarca entregou os primeiros veículos em setembro último e, nas próximas semanas, Kiev receberá mais 10, bem como munições e veículos adicionais, por parte da Alemanha.

Esposas russas contra Putin

Um grupo de mulheres de russos, mobilizados para a guerra na Ucrânia, apelou ao regresso dos seus maridos. Numa petição recheada de duras críticas ao Presidente Vladimir Putin, diziam que vão lutar até que os seus maridos "estejam seguros em casa". O documento critica, e entre outras coisas, o facto de os problemas na frente de combate estarem a ser varridos para debaixo do tapete, para não comprometer a reeleição do chefe de Estado, no próximo ano.

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