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Estados Unidos: senador Lindsey Graham morre após doença súbita e breve

Senador republicano dos EUA Lindsey Graham fala após vencer as primárias republicanas a 9 de junho de 2026, em Columbia, Carolina do Sul
Senador republicano norte-americano Lindsey Graham fala após vencer as primárias republicanas, em 9 de junho de 2026, em Columbia, Carolina do Sul. Direitos de autor  Copyright 2026 The Associated Press. All rights reserved.
Direitos de autor Copyright 2026 The Associated Press. All rights reserved.
De Nathan Rennolds
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Graham, uma das vozes republicanas mais influentes em política externa, regressara há pouco da Ucrânia, onde se encontrou com o presidente Volodymyr Zelensky, em Kiev.

Morreu o senador republicano norte-americano Lindsey Graham, na sequência de uma "doença breve e súbita", anunciou o seu gabinete.

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Num comunicado, o gabinete indicou que Graham morreu na noite de sábado.

"A família do senador Graham agradece as orações nesta altura e pede respeito pela sua privacidade durante este período extremamente difícil", acrescenta o comunicado.

Senador que representava o estado da Carolina do Sul, Graham foi eleito para o Senado dos Estados Unidos em 2002, após iniciar a carreira como advogado na Força Aérea dos Estados Unidos. Exerceu funções de presidente da Comissão de Orçamento do Senado até à sua morte.

Figura destacada do Partido Republicano em matéria de política externa, Graham regressara recentemente da Ucrânia, onde se reuniu com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, para discutir o apoio a Kiev e sanções contra a Rússia.

Graham era também um aliado próximo do presidente norte-americano Donald Trump.

Em junho, Trump descreveu Graham como um "amigo extraordinário" e alguém que "esteve sempre presente quando precisei dele", ao apoiá-lo na recandidatura ao Senado.

O apoio surgiu depois de Graham ter manifestado ceticismo em relação ao "memorando de entendimento" de Washington com Teerão, afirmando estar "preocupado com a leitura que o Irão faz do acordo, que parece diferente daquela que a equipa negociadora norte-americana está a afirmar".

Mais tarde, Graham viria a elogiar o acordo, após uma "discussão muito longa e produtiva" sobre o tema com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff.

"Após esta discussão, considero que a assinatura do MOU será benéfica para os Estados Unidos, na medida em que o Estreito de Ormuz começará a abrir e as hostilidades com o Irão cessarão", escreveu numa publicação nas redes sociais.

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