EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Volkswagen mantém-se refém do "dieselgate" nos EUA

Marca alemã continua sob os holofotes americanos pela negativa
Marca alemã continua sob os holofotes americanos pela negativa Direitos de autor REUTERS/Fabian Bimmer
Direitos de autor REUTERS/Fabian Bimmer
De  Francisco Marques com Reuters
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Dupla condenação do antigo diretor-executivo é apenas o mais recente episódio de um escândalo de custos milionários

PUBLICIDADE

A dupla acusação nos Estados Unidos, por conspiração e fraude eletrónica, contra o antigo diretor executivo (CEO) da Volkswagen, Martin Winterkorn, é apenas o mais recente episódio do chamado "Dieselgate", o esquema utilizado pela fabricante alemã para ludibriar os testes de gases poluentes no mercado americano e denunciado em setembro de 2015.

Atual membro da direção de supervisão do clube desportivo Bayern de Munique, Winterkorn, de 70 anos, demitiu-se da Volkswagen dias após o escândalo das amissões poluentes ter sido tornado público.

A caminho dos três anos sobre o início do "dieselgate", o grupo automóvel alemão aceitou pagar mais de 25 mil milhões de euros pela fraude das emissões de gases nos carros a gasóleo, incluindo um programa de recompra de veículos que a empresa foi obrigada a colocar em marcha.

A empresa ofereceu-se para recomprar cerca de meio milhão de carros. Até junho do próximo ano, a Volkswagen tem de recomprar ou corrigir 85 por cento dos veículos afetados senão terá de enfrentar multas ainda mais pesadas pelas emissões poluentes.

A 31 de dezembro, uma nota no tribunal revelava que a Volkswagen já havia readquirido à altura 335 mil veículos a gasóleo vendidos no mercado americano, já teria revendido 13 mil e destruído cerca de 28 mil.

Em meados de fevereiro, os carros recuperados pela empresa ascendiam a cerca de 350 mil, com um custo a rondar os 6,2 mil milhões de euros.

A empresa teria ainda sob custódia cerca de 300 mil carros, distribuídos por cerca de 37 mil depósitos em diversas partes dos Estados Unidos, incluindo estádios abandonados e fábricas de papel.

A empresa garante já ter reparado cerca de 83 por centos dos carros afetados e espera atingir em breve a quota exigida exigida.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Ex-presidente da VW acusado de fraude nos EUA

O que está em alta e o que não está para as viagens e o turismo este ano?

Comissário europeu para a Economia sem arrependimentos apesar da reação negativa ao Pacto Ecológico