EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

China responde aos EUA na mesma moeda

China responde aos EUA na mesma moeda
Direitos de autor Pavel Golovkin/Pool via REUTERS
Direitos de autor Pavel Golovkin/Pool via REUTERS
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A China decidiu aumentar as taxas alfandegárias sobre milhares de produtos norte-americanos. A partir de 1 de junho, mais de 5000 produtos vão ter tarifas adicionais, entre os 5% e os 25%.

PUBLICIDADE

A China respondeu aos Estados Unidos na mesma moeda, aumentando as taxas alfandegárias sobre milhares de produtos norte-americanos. A partir de 1 de junho, mais de 5000 produtos vão ter tarifas adicionais, entre os 5% e os 25%.

Pequim fez o anúncio horas depois de Trump ter avisado a China para não retaliar as subidas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos chineses.

"Aumentar as tarifas não vai resolver qualquer problema. A China nunca se vai render às pressões externas. Temos a determinação e a capacidade de salvaguardar os nossos direitos e interesses que são legítimos", realçou Geng Shuang, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China.

No sábado, o presidente dos Estados Unidos acusou o Governo chinês de estar a roubar os norte-americanos. Já o seu conselheiro económico foi mais comedido. Negou a existência de uma guerra comercial, garantindo que as negociações continuam e que Donald Trump deve encontrar-se com o presidente chinês na próxima cimeira do G20.

A guerra das tarifas entre os Estados Unidos e a China afetou os mercados acionistas. As principais bolsas europeias encerraram a sessão de segunda-feira com quedas de mais de 1%. O Psi-20 desvalorizou 1,8%.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Trump acusa: "A China têm-se aproveitado dos EUA"

Microsoft compromete-se a investir 4,3 mil milhões de dólares em França

Perspetivas económicas da OCDE: Crescimento global estável esperado para 2024 e 2025