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Bruxelas quer prolongar restrições às entradas no território europeu

Virus Outbreak France
Virus Outbreak France Direitos de autor AP
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De  Bruno Sousa
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Comissão Europeia considera que a situação ainda é frágil, no dia em que Itália se tornou no terceiro país a ultrapassar as 30 mil mortes

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A Comissão Europeia convidou os Estados-membros a prolongarem até 15 de junho as restrições nas viagens para o território europeu. Para Bruxelas, a prioridade passa pela reabertura gradual das fronteiras internas e só depois faz sentido levantar as restrições nas fronteiras externas.

Esta sexta-feira, a União Europeia enviou ainda o primeiro de seis lotes de um milhão e meio de máscaras destinadas aos profissionais de saúde dos países mais necessitados, entre os quais o Reino Unido, onde os números assumem proporções assustadoras.

De acordo com George Eustice, "211.364 pessoas testaram positivo, um aumento de 4.649 casos em 24 horas. 11.788 pessoas estão, atualmente, no hospital com o NOVO coronavírus, menos que as 12.688 do dia anterior". O ministro do Ambiente do Reino Unido acrescentou que infelizmente, entre as que tiveram resultado positivo no teste, já morreram 31.241. Um aumento de 626 óbitos desde o dia anterior."

Esta sexta-feira, a Itália tornou-se no terceiro país a ultrapassar a fasquia dos trinta mil mortos. No entanto para as autoridades transalpinas ainda é cedo para avaliar o impacto das medidas de desconfinamento.

Para Silvio Brusaferro, administrador do Instituto Nacional de Saúde, "a curva [de contágios] está a descer, em termos de casos diagnosticados e de sintomas. Continua a diminuir, o que é positivo. É esta a situação italiana e, como se pode ver, não mudou muito: em algumas regiões a circulação do vírus é mais significativa, noutras é circulação é intermédia e noutras regiões é baixa".

Na Alemanha, a Renânia do Norte-Vestfália tornou-se na primeira província a adiar o início do processo de desconfinamento. O "mecanismo de emergência" foi ativado depois de 150 funcionários de uma fábrica com duas centenas de trabalhadores terem testado positivo à covid-19.

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