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Filmes independentes brilham no Sundance

Filmes independentes brilham no Sundance
Direitos de autor "Possessor", de Brandon Cronenberg
Direitos de autor "Possessor", de Brandon Cronenberg
De  Ricardo Figueira
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Mesmo se a Netflix e os grandes estúdios estão cada vez mais presentes...

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Há 35 anos que o festival Sundance, no Estado norte-americano do Utah, mostra o melhor do cinema independente mundial. Nos últimos anos aumentou a presença dos grandes estúdios e das plataformas de streaming, mas o festival fundado por Robert Redford continua a dar o protagonismo às produções independentes.

Este ano, não aconteceu a tradicional conferência de imprensa de abertura com Robert Redford, mas Taylor Swift abrilhantou o primeiro dia do festival. Isto porque a cantora é objeto de um documentário, mostrado aqui em antestreia mundial.

Realizado por Lana Wilson, Miss Americana é uma produção da Netflix, que traça a carreira de Taylor Swift desde a estreia na Country Music, ainda na adolescência, até ao estatuto de estrela mundial que tem hoje, sem esquecer as tomadas de posição políticas que teve.

46% dos realizadores presentes no festival são mulheres. O festival, que dura até 2 de fevereiro, tem quatro secções competitivas: Filmes dramáticos e documentais, dos Estados Unidos e do Mundo. Entre os presentes, destaque para Charter, da sueca Amanda Kernell, um filme à volta do tema das disputas familiares depois do divórcio. 

Também na secção de filmes dramáticos internacionais, o canadiano Brandon Cronenberg, filho de David Cronenberg, apresenta aqui a segunda longa-metragem Possessor.

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