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Macedónia do Norte e Grécia restauram frescos de igreja com mais de 800 anos

Fresco na igreja de São Jorge, na Macedónia do Norte.
Fresco na igreja de São Jorge, na Macedónia do Norte. Direitos de autor frame
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De  Borjan Jovanovski com Verónica Romano (voz e texto)
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Frescos são considerados um dos primeiros vestígios do Renascimento na pintura de igrejas

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No alto das montanhas dos Balcãs, acima do Lago Prespa, está a igreja de São Jorge.

Os frescos do edifício construído no século XII são uma parte significativa do património cultural europeu. 

"De acordo com alguns cientistas, aqui podemos ver os primeiros sinais do período pré-renascentista", conta Olivera Makrievska, do Instituto de Proteção de Monumentos.

Para salvar os frescos, os Ministérios da Cultura da Macedónia do Norte e da Grécia celebraram um acordo com o Centro Europeu para os Monumentos Bizantinos.

O desafio para os restauradores é recompor as pinturas, feitas há mais de 800 anos com tintas derivadas de materiais naturais.

Babys Apostolidis, restaurador do Centro Europeu, explica que "a tinta vinha sobretudo de minerais das pedras, dos vegetais ou até de animais. Era feita a partir um pó muito fino, que se misturava com a cal em água".

Desde que a Macedónia do Norte e a Grécia assinaram o acordo de Prespa em 2017, as relações bilaterais intensificaram-se.

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