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Festival Sziget contra a guerra na Ucrânia

Festival Sziget
Festival Sziget Direitos de autor  Zoltan Balogh/MTI - Media Service Support and Asset Management Fund
Direitos de autor Zoltan Balogh/MTI - Media Service Support and Asset Management Fund
De Ádám Magyar
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Este ano, mais de dez artistas ucranianos atuam no festival. Não há artistas russos, mas o público da Rússia é bem vindo.

O festival Sziget, considerado o mais importante evento musical da Hungria, está contra a guerra na Ucrânia.

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Este ano, mais de dez artistas ucranianos atuam no festival. A maior parte foi transportada para o evento por uma ONG criada por trabalhadores da indústria musical despedidos durante a guerra. Mais nem tudo são más notícias.

Sofiya Pylypenko, vocalista do grupo Promsonya, conta que as pessoas na Ucrânia interessaram-se mais pela música ucraniana do que antes. "Foi por isso que comecei a atuar mais e tenho ouvintes mensais em diferentes plataformas”, destaca.

No meio do público há muitos ucranianos que agora vivem longe de casa. A situação não foi esquecida pelo festival, que convidou a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR).

Ernő Simon, porta-voz da agência, explica que "já não se trata de distribuir alimentos ou cobertores na fronteira ou nos diferentes pontos de chegada. Ao fim de um ano e meio, trata-se de ajudar os refugiados a integrarem-se na sociedade”.

Ao contrário de 2022, este ano não há artistas russos no festival, mas os convidados russos continuam a ser bem vindos, como mostra o facto de a bandeira do país ainda estar exposta na entrada.

Tatiana nasceu na Rússia e agora vive em Budapeste. Não faltou ao festival. Conta que mudou de país por motivos profissionais. Diz que a Hungria é um país muito acolhedor.

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