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Bruxelas ataca qualidade diferenciada de produtos alimentares

Bruxelas ataca qualidade diferenciada de produtos alimentares
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De  Isabel Marques da Silva
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A Comissão Europeia apresentou, na terça-feira, novas orientações para ajudar os governos e as associações de consumidores a defenderem-se das empresas que produzem produtos alimentares de qualidade diferenciada consoante o país em que os vendem.

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A Comissão Europeia apresentou, na terça-feira, novas orientações para ajudar os governos e as associações de consumidores a defenderem-se das empresas que produzem produtos alimentares de qualidade diferenciada consoante o país em que os vendem.

“Não apontamos o dedo para envergonhar ninguém, não vamos mencionar nenhuma marca em concreto. Mas quando obtivermos provas, não vou hesitar em avisar os consumidores para não comprarem um certo produto”, explicou Věra Jourová, comissária europeia para o Consumo.

As queixas surgiram por parte de alguns estados-membros do leste europeu que acusam empresas de práticas discriminatórias na qualidade e nos preços dos produtos que enviam para esses mercados.

“Não digo que o preço mais baixo justifique menor qualidade. Nesse caso, como podemos explicar que o mesmo iogurte de frutas, é 30 por cento mais caro na Eslovénia que na Áustria. Aí estamos a falar do mesmo produto”, referiu, em entrevista à euronews, Breda Kutin, presidente da Associação de Consumidores da Eslovénia.

O executivo comunitário investiu um milhão de euros no Centro Comum de Investigação para melhorar os testes comparativos aos produtos alimentares. A Comissão Europeia vai, também, pedir “aos produtores e associações de marcas que elaborem um código de conduta até ao outono”.

O tema será mais amplamente discutido, a 13 de outubro, na Cimeira dos Consumidores, organizada em Bratislava pela Governos eslovaco e checo.

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