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"Estado da União": Decisões sobre alargamento europeu e ajuda a Gaza

A euronews entrevistou a vice-primeira-ministra ucraniana para a Integração Europeia e Euro-Atlântica Olha Stefanishyna
A euronews entrevistou a vice-primeira-ministra ucraniana para a Integração Europeia e Euro-Atlântica Olha Stefanishyna Direitos de autor Michal Dyjuk/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Michal Dyjuk/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
De  Isabel Marques da Silva
Publicado a
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Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, o alargamento da União Europeia (UE) passou a ser uma prioridade e a Comissão Europeia publicou o seu mais recente relatório. A euronews debateu esse desafio com Olha Stefanishyna,vice-primeira-ministra da Ucrânia, país que poderá vir a iniciar as negociações.

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A Comissão Europeia reafirmou a sua convicção de que o bloco de 27 países pode absorver mais membros, incluindo um que está em guerra com a Rússia. O executivo comunitário adotou, quarta-feira, o pacote "Alargamento 2023", que recomenda a abertura de negociações com a Ucrânia e a Moldávia.

O documento recomenda, também, a concessão do estatuto de candidato à Geórgia. Em relação aos países dos Balcãs Ocidentais, a maior novidade é a sugestão de abertura de negociações de adesão com a Bósnia-Herzegovina.

Tudo isto será decidido pelo Conselho Europeu, em dezembro, mas Ursula von der Leyen está convencida de que será vantajoso para todos.

"O alargamento é uma política vital para a União Europeia. Os alargamentos anteriores demonstraram os enormes benefícios tanto para os países aderentes como para a UE. Todos ganhamos", disse von der Leyen.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, descreveu o relatório da Comissão Europeia como "histórico" e prometeu prosseguir as reformas. Embora os progressos do país tenham sido elogiados, o governo ucraniano precisa de acelerar o trabalho em várias áreas.

Shona Murray entrevistou Olha Stefanishyna, vice-primeira-ministra da Ucrânia responsável pela integração na UE, sobre o desafio de travar a influência dos oligarcas no sistema político, que ainda preocupa a UE.

"Fomos reconhecidos como um país que superou essa influência. Temos de fazer o melhor legislação sobre a transparência do processo de lóbi, mas temos uma série de regulamentos sobre a prevenção da corrupção, que já obrigam os funcionários a serem transparentes no que fazem", disse a governante. 

(veja a entrevista na íntegra em vídeo)

A ponte aérea para Gaza vai continuar

A ponte aérea humanitária da UE com ajuda para a população da Faixa de Gaza concluiu a sua primeira fase, com oito voos. Um dos últimos  partiu, a 7 de novembro, do aeroporto de Ostende, na Bélgica, supervisionado pelo Comissário para a Gestão de Crises, Janez Lenarčič.

O destino foi o Egipto, de onde a ajuda é levada, em camiões, para Gaza através do posto fronteiriço de Rafah. A União Europeia promete iniciar uma segunda fase da ponte aérea dentro em breve. Entretanto, manterá a pressão diplomática para aumentar o fluxo de ajuda, incluindo o combustível, que está sob proibição total de Israel.

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