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Escudo europeu em torno da ilha reforçado. Macron e Mitsotakis visitam Chipre

FOTO DO ARQUIVO: Mitsotakis - Macron - Christodoulides
FOTO DO ARQUIVO: Mitsotakis - Macron - Christodoulides Direitos de autor  Sarah Meyssonnier/Pool via AP
Direitos de autor Sarah Meyssonnier/Pool via AP
De Nicoleta Drougka & ΑΠΕ-ΜΠΕ
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O Palácio do Eliseu anunciou que a visita de Macron tem por objetivo mostrar o seu apoio a Chipre.

A solidariedade dos países da União Europeia para com Nicósia é reforçada alguns dias após o ataque com um drone iraniano às bases britânicas.

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O presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis estarão em Chipre na segunda-feira e visitarão a Base Aérea Andreas Papandreou, juntamente com o Presidente Nicos Christodoulides.

O Palácio do Eliseu afirmou que a visita de Macron tem como objetivo demonstrar o seu apoio a Chipre, um Estado-Membro da UE que foi alvo de um ataque.

Kyriakos Mitsotakis, por seu lado, fez o ponto da situação no seu relatório semanal.

"Na semana passada, vimos como o reforço da nossa diplomacia e defesa nacional dos últimos anos se traduziu, na prática, em segurança e solidariedade. Assim que o conflito no Médio Oriente ameaçou o helenismo de Chipre, a Grécia colocou-se ao seu lado sem pensar duas vezes. O nosso exemplo foi seguido pelos nossos outros parceiros, estendendo uma rede europeia de defesa aérea à volta do Grande Corno de África. Este facto confirmou o óbvio: quando o território europeu é ameaçado por perigos externos, a nossa resposta comum só pode ser imediata e forte", afirmou.

Entretanto, a Itália enviou a fragata Federico Martinengo para Chipre.

"Para garantir a segurança das fronteiras da União Europeia, estamos a enviar uma fragata italiana para Chipre. Trata-se de um ato de solidariedade europeia, mas sobretudo de um ato de prevenção", declarou a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.

Em declarações ao jornal britânico Guardian (fonte em grego), o ministro cipriota dos Negócios Estrangeiros, Constantinos Kombos, apontou o Líbano como o ponto de partida do drone que atingiu as bases britânicas de Akrotiri.

Ao mesmo tempo, uma notícia do Sunday Times (fonte em grego) dizia que o drone estava equipado com material militar russo e que as peças recuperadas estavam a ser estudadas na Grã-Bretanha.

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