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Mais de 600 pessoas tentaram entrar em Portugal em 2025 com documentos falsos

Fronteiras aéreas foram as mais usadas para entrar ilegalmente em Portugal
Fronteiras aéreas foram as mais usadas para entrar ilegalmente em Portugal Direitos de autor  AP Photo
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De Ricardo Figueira
Publicado a Últimas notícias
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O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) dá conta de 627 tentativas de entrar no país com documentação falsa. Albânia, Geórgia e Irão são os países de onde provém a maioria.

Mais de 600 pessoas usaram Portugal para tentar entrar no espaço Schengen usando documentos falsos durante o ano passado, segundo uma notícia publicada pelo Jornal de Notícias, citando o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) referente a 2025.

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O total de 627 tentativas de entrada em território nacional com documentos falsos representa um aumento de mais de 100 casos relativamente aos 521 registados em 2024, o que pode sugerir que Portugal está a ser mais usado como porta de entrada para a imigração irregular na Europa.

No entanto, as autoridades afastam esta ideia, insistindo no facto de a PSP ter agora um controlo mais rígido das fronteiras, sobretudo desde que assumiu esse papel após a extinção do SEF em 2023.

Segundo o RASI, os cidadãos da Albânia (63), Geórgia (42) e Irão (26) foram os que mais tentaram esta entrada. Segundo o documento, isto tanto pode significar a falsificação do passaporte como de vistos ou outros carimbos, ou ainda documentos pertencentes a terceiros.

O relatório diz ainda que foi recusada a entrada em território nacional a 2140 pessoas e que todos esses incidentes, à exceção de apenas um, se deram em fronteiras aéreas. Os cidadãos do Brasil (749) foram aqueles que mais foram impedidos de entrar por não terem a documentação em ordem, seguidos dos de Angola (396). Os voos provenientes de Casablanca, São Paulo e Dacar foram aqueles em que viajaram mais pessoas que tentaram entrar em Portugal com documentação.

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