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Pesca excessiva: desafios e soluções

Pesca excessiva: desafios e soluções
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Alguns denunciam a pilhagem dos oceanos que leva algumas espécies à beira da extinção. Será possível conciliar os interesses da indústria com as preocupações ambientais? E que dizer da qualidade e segurança do peixe que consumimos? Para responder a estas questões falámos com a Comissária Europeia dos Assuntos Marítimos e das Pescas, Maria Damanaki.

De acordo com a Comissária, “é essencial assegurar que o que tiramos do mar não ameaça as reservas de forma a que estas se consigam reproduzir”. Maria Damanaki defende que “se a reforma da política comum das pescas for implementada, as perspectivas são boas porque após 2022 a maior parte das reservas serão pescadas de forma sustentável. Isto significa que existirão quase mais 30% de postos de trabalho neste sector e os rendimentos dos pescadores aumentarão 24%.”

E quanto à segurança alimentar? Para Maria Damanakis, o primeiro passo é a rotulagem. Para a comissária é essencial que “cada peixe em cada supermercado na Europa tenha um rótulo que identifique se é fresco ou congelado e quando foi pescado”.

Em paralelo, a aquacultura apresenta possibilidades que poderão aliviar as pressões sobre as reservas piscícolas no mar.

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