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França recorda vítimas dos atentados: "Não vamos ceder ao ódio e ao medo"

França recorda vítimas dos atentados: "Não vamos ceder ao ódio e ao medo"
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De  Euronews
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A França recordou esta sexta-feira as 130 vítimas mortais dos atentados de Paris há duas semanas. Cerca de duas mil pessoas, entre familiares das

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A França recordou esta sexta-feira as 130 vítimas mortais dos atentados de Paris há duas semanas.

Cerca de duas mil pessoas, entre familiares das vítimas e representates do Estado, participaram numa cerimónia de homenagem no “Hotel des Invalides” na capital francesa.

Um evento à porta fechada, em virtude do estado de emergência em vigor no país, quando o presidente francês apelou todos os cidadãos a participar simbolicamente na cerimónia, hasteando bandeiras francesas à janela de suas casas.

Très émouvant "Quand on n'a que l'amour" par Camélia Jordana, Yaël Naïm et Nolwenn Leroy #hommagenational#Invalidespic.twitter.com/VWIPNoGjQ5

— Mariana Grépinet (@MarianaGrepinet) November 27, 2015

Depois da leitura dos nomes das 130 vítimas e de um minuto de silêncio, o presidente dirigiu-se ao país para garantir que, a “França não vai mudar” após os atentados.

François Hollande voltou a prometer neutralizar o grupo Estado Islâmico, que reivindicou as ações com vários bombistas suicidas na capital francesa.

Discours à l'occasion de l'hommage national aux victimes des attentats du 13 novembre 2015 https://t.co/IJ5sMO8k4t

— Élysée (@Elysee) November 27, 2015

“O Patriotismo que se manifesta hoje com estas bandeiras empunhados com orgulho, estas concentrações espontâneas, estas multidões que cantam a ‘Marselhesa’, não tem nada a ver com qualquer sentimento de vingança ou com uma qualquer rejeição do outro. Apesar do drama e do sangue derramado, a França mantém intactos os princípios de tolerância e de esperança”, sublinhou o presidente.

Para lá das 130 vítimas mortais de 17 nacionalidades – entre as quais dois portugueses – 350 pessoas ficaram feridas na sequência dos atentados.

Sessenta pessoas permanecem ainda hospitalizadas, quando a França permanece dividida entre a emoção e a expetativa sobre a captura de pelo menos dois suspeitos que se encontram ainda em fuga.

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