Maioria no parlamento islandês não quer novas eleições

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De  Nara Madeira
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O Parlamento da Islândia rejeitou, esta sexta-feira, duas moções de censura da oposição. A primeira, contra o novo governo que tomou posse na

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O Parlamento da Islândia rejeitou, esta sexta-feira, duas moções de censura da oposição. A primeira, contra o novo governo que tomou posse na quinta-feira, foi rejeitada por 38 votos contra 25. A segunda, que pretendia a dissolução imediata do parlamento e a marcação de eleições para maio ou junho, também não passou por 37 votos contra 26.

A crise política está instalada na Islândia desde que foi divulgado, no caso “Panama Papers”, que o primeiro-ministro, que se demitiu, tinha uma conta offshore. Mas não seria o único e os protestos continuam nas ruas:

“Ainda há dois ministros do governo islandês que estão implicados. Eles não deviam estar no governo, não deveriam lidar com dinheiro público”, refere, indignado um islandês, Eirikur Hjalnarsson, de 52 anos.

“O que me faz estar mais zangada é a arrogância dos políticos islandeses e a forma como falam às pessoas na Nação islandesa”, diz Hrafnhildur Thorolfsdottir, uma professora do primeiro ciclo, de 35 anos.

No quinto dia consecutivo de protestos frente ao parlamento, em Reiquiavique, os islandeses continuam a pedir a demissão do governo e eleições antecipadas, antes do verão. Mas com a rejeição da moção de censura, a maioria de direita pretende dizer que quer governar até ao fim. Eleições só no outono.

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