Loader
Encontra-nos
Publicidade

BCE compra de dívida de empresas da zona euro

A carregar o vídeo
BCE compra de dívida de empresas da zona euro
Direitos de autor 
De Patricia Cardoso com Reuters, Ansa
Publicado a
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

O Banco Central Europeu (BCE) iniciou esta quarta-feira a compra de dívida de empresas, com notação na categoria investimento.

O Banco Central Europeu (BCE) iniciou esta quarta-feira a compra de dívida de empresas, com notação na categoria investimento.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

A medida, anunciada em março, completa o programa de compra de ativos, em vigor há mais de um ano, e que visa relançar a economia e a taxa de inflação. O BCE tem um envelope mensal de 80 mil milhões de euros.

Com a compra de dívida empresarial, o BCE quer fazer baixar os custos de financiamento para levar as empresas a contratar e investir. Os analistas estimam que o valor de compra de dívida empresarial poderá rondar os 3 a 5 mil milhões de euros por mês.

Lutz: Utilities account for 25% of all investment-grade bonds deemed eligible by the ECB for purchasing pic.twitter.com/Hg2S2CrIrz

— ValueWalk (@valuewalk) 8 de junho de 2016

O mercado da dívida empresarial ronda os 500 a 600 mil milhões de euros e é dominado por empresas francesas e holandesas, que já beneficiam de condições favoráveis em termos de crédito.

Segundo agências de notícias, no primeiro dia foi adquirida dívida da seguradora Generali, da operadora Telefónica e da companhia energética Engie.

EDP, REN e Brisa são as empresas cuja dívida pode ser comprada pelo BCE https://t.co/Zkaajwwgar

— Maria Teixeira Alves (@MariaTAlves) 2 de junho de 2016

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

Fed sobe juros pela primeira vez desde 2023 em votação unânime que desafia Trump

Mercados europeus recuperam antes de subida esperada das taxas da Fed

Porque é que o dinheiro europeu financia o boom da IA americana?