Residentes do autodenominado “bairro livre” de Christiania, em Copenhaga, começaram a desmantelar as bancadas de venda de cannabis na chamada “Pusher Street”, na sequência de um tiroteio que abalou um
Residentes do autodenominado “bairro livre” de Christiania, em Copenhaga, começaram a desmantelar as bancadas de venda de cannabis na chamada “Pusher Street”, na sequência de um tiroteio que abalou um dos principais pontos turísticos da capital dinamarquesa.
O ataque perpetrado por um traficante de origem bósnia, que deixou dois polícias feridos – um dos quais em estado crítico -, foi reivindicado pelo Estado Islâmico, embora as autoridades exprimam reservas.
Risenga Manghezi, porta-voz do bairro de Christiania, explica que, depois de uma reunião, foi decidida a “remoção das bancadas e a condenação da violência que se apoderou de Pusher Street, bem como o envio de condolências ao polícia e à sua família”.
Criado nos anos 70, o bairro libertário de Christiania alberga uma comunidade baseada num modelo de autogestão. Parte da sua fama provém também do facto das autoridades tolerarem, numa rua central, a venda de cannabis, proíbida no resto do país.