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N° 2 de Trump leva a melhor no debate entre candidatos à vice-presidência

N° 2 de Trump leva a melhor no debate entre candidatos à vice-presidência
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De  João Peseiro Monteiro com AFP, Reuters
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Farmville, na Virgínia, acolheu o único debate entre os candidatos à vice-presidência dos Estados Unidos, ontem à noite.

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Farmville, na Virgínia, acolheu o único debate entre os candidatos à vice-presidência dos Estados Unidos, ontem à noite. Apesar de estar a jogar o em casa, o senador democrata do estado do sul, Tim Kaine, não conseguiu levar a melhor sobre o número 2 de Donald Trump, o governador republicano de Indiana.

News Analysis: Mike Pence’s Defense Strategy: Dodge and Deflect Donald Trump’s Words https://t.co/9xb4C4VnOl

— The New York Times (@nytimes) 5 de outubro de 2016

Para Kaine, Trump é uma ameaça a para segurança nacional:

“Trump fala mal dos militares, diz que são um desastre, que John McCain não é um herói, que o generais deviam ser todos despedidos, que sabe mais que eles todos. Trump quer acabar com as nossas alianças, diz que a NATO está obsoleta e que só trabalha com Israel se pagarem bem. Em terceiro lugar, ele adora ditadores: Vladimir Putin, Kim Jong Un, Muammar Kadhafi e Saddam Hussein; e o mais grave de tudo é que Donald Trump acredita que o mundo seria mais seguro se mais países tivessem armas nucleares.”

Mike Pence, que parece mais bem preparado que o seu chefe, atacou o legado de Clinton nos anos em que serviu na administração Obama.

“A prioridade absoluta de Hillary Clinton quando se tornou secretária de Estado foi reiniciar as relações com a Rússia. Depois do “reset” russo, os russos invadiram a Ucrânia e ocuparam a Crimeia e o pequeno e ameaçador líder da Rússia dita agora os termos aos Estados Unidos ao ponto de nos retirarmos das conversações sobre um cessar-fogo enquanto Vladimir Putin instala um sistema de mísseis defensivo na Síria. Nós temos de começar a debruçar-nos sobre isto com uma liderança americana musculada.”

Os dois candidatos apresentaram-se bem preparados e abordaram outros temas da política interna. O confronto entre os potenciais vice-presidentes não costuma influenciar as intenções de voto.

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