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EUA: Aumentam incidentes de motivação racista

EUA: Aumentam incidentes de motivação racista
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De Nelson Pereira com Reuters
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Incidentes de motivação racista ou anti-muçulmana têm sido registados nos últimos dias nos Estados Unidos por organizações ativistas dos direitos humanos.

Incidentes de motivação racista ou anti-muçulmana têm sido registados nos últimos dias nos Estados Unidos por organizações ativistas dos direitos humanos.

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Nestas imagens divulgadas pela polícia de Filadélfia, atos de vandalismo de teor racista aparecem associados ao nome no Presidente Donald Trump.

Um homem escreveu grafitis com slogans racistas ao lado da frase “Trump faz a lei”.

Com os resultados das eleições americanas ainda quentes, organizações ativistas dos direitos humanos afirmam ter registado vários casos de agressão, alguns contra apoiantes de Trump, outros contra pessoas de raça negra e muçulmanos. Numa escola do segundo ciclo em Royal Oak, no Michigan, alguns alunos gritaram no dia 9 de novembro “Construam o muro” contra colegas de origem hispânica.

Mark Andrew Potok, da organização Southern Poverty Law Center, uma ONG sediada em Montgomery, capital do Estado de Alabama, que segue os casos de incitação à violênca de motivação racista ou religiosa, afirma não ter observado um tal aumento de crimes de violência desde a eleição de Barack Obama em 2008.

“Não creio que continue assim durante os próximos quatro anos”, disse Mark Potok, recordando que nos dias que se seguiram ao referendo de 23 de junho sobre o Brexit foi registada no Reino Unido uma vaga de agressões, mas que a situação voltou à normalidade algumas semanas depois.

A SPLC lançou uma petição dirigida ao Presidente, apelando para que Donald Trump honre o compromisso assumido no discurso pós-eleitoral de ser o presidente “de todos os americanos” e de “sarar as feridas da divisão” no país.

De acordo com a socióloga americana Arlie Hochschild, é urgente que os Democratas procurem perceber o que empurrou a classe operária americana para fora do partido. “Chamar-lhes racistas é não perceber que o fenómeno é muito mais complexo”, alerta.

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