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Filipinas: 31.º aniversário da revolta popular marcado por contestação ao presidente e confrontos com a polícia

Filipinas: 31.º aniversário da revolta popular marcado por contestação ao presidente e confrontos com a polícia
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De  Luis Guita
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Confrontos entre polícia e filipinos, este sábado, no centro de Manila, marcaram as manifestações para celebrar o 31.

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Confrontos entre polícia e filipinos, este sábado, no centro de Manila, marcaram as manifestações para celebrar o 31.º aniversário da revolta popular contra o ditador Ferdinand Marcos.

Philippines people power anniversary sparks anti-Duterte protests https://t.co/lnv39Whx9Fpic.twitter.com/7xz94ReBqA

— Fayber Miller (@suppfortrump) February 25, 2017

Os manifestantes aproveitaram a ocasião para criticar o atual presidente filipino, Rodrigo Duterte, a quem acusam de seguir a linha dura do ditador que governou o país entre 1965 e 1986.

“Um paralelismo que vemos entre Duterte e Marcos é o silenciamento da dissidência. Sempre que alguém se opuser a eles, será rotulado como amarelo (apoiante de Aquino), será rotulado como defensor das drogas e da narco-política. Nós não apoiamos essas coisas. “

A senadora Leila de Lima, a principal opositora de Duterte, foi detida na sexta-feira.

LOOK: Mugshot of now detained Senator Leila de Lima #DeLimaArrestpic.twitter.com/wVMV6MffId

— ABS-CBN News (@ABSCBNNews) February 24, 2017

Um processo foi lançado contra a senadora na semana passada, pelo facto de, alegadamente, ter montado uma rede de tráfico de droga quando era ministra da Justiça na administração Benigno Aquino.

Leila de Lima já negou as acusações que foram feitas contra ela e denunciou que se trata de uma prisão política.

Uma das muitas manifestações que se realizaram na capital filipina, aconteceu frente à Embaixada dos EUA, onde manifestantes acusaram Washington de apoiar a “guerra às drogas” de Duterte que, desde junho, já terá provocado mais de 7.000 mortos.

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