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Snap estreia-se na bolsa a 24 dólares por ação

Snap estreia-se na bolsa a 24 dólares por ação
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A Snap – a dona da aplicação de fotografias “Snapchat” estreou-se, esta quinta-feira, em bolsa.

A rede social debutou, em Wall Street, em Nova Iorque, com o preço de 24 dólares por ação, acima dos 17, atingidos um dia antes com a Oferta Pública Inicial (OPI) que permitiu a venda de 200 milhões de ações.

A OPI já tinha permitido avaliar a empresa liderada por Evan Spiegel, em 20 mil milhões de dólares e permitido um encaixe de 3 mil e 400 milhões de dólares.

Para o analista Scott Kessler, a situação é semelhante àquela que aconteceu com o Facebook. Para Kessler, “a chave para o sucesso da empresa, a longo prazo, é conseguirem deixar de ser um produto de nicho, passando dos jovens utilizadores para algo mais amplo, não apenas demograficamente mas em todo o mundo”.

O Snapchat tem cerca de 160 milhões de utilizadores ativos diários, em todo o mundo. Na sua maioria, entre os 18 e os 34 anos.

A aplicação foi lançada em 2011 e caracteriza-se por fazer desaparecer as fotografias e as mensagens, minutos após terem sido publicadas.

Em Venice Beach, em Los Angeles, na Califórnia, onde fica a sede da Snap, os habitantes recebem a notícia da valorização da companhia com sentimentos mistos.

Enquanto uns receiam que aquela zona costeira seja transformada num polo tecnológico, outros acreditam que é quase como se tivessem ganhado a lotaria.

“As rendas são, agora, o dobro e as pessoas e os pequenos negócios não as conseguem pagar”, diz uma das habitantes.

Um pequeno empresário local diz que “isso como uma grande bênção para a comunidade e para a própria empresa. É quase como se Venice tivesse ganhado a lotaria”.

Em 2016 a Snap teve receitas de 405 milhões de dólares, sete vezes mais que o volume de negócios registado em 2015.

Resta saber se o “Snapchat” vai conseguir suportar a feroz concorrência do Facebook, a rede social líder de utilizadores.