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Suspense político em Espanha após Sánchez adiar agenda até segunda-feira

Pedro Sánchez remeteu para segunda-feira uma decisão sobre uma eventual demissão
Pedro Sánchez remeteu para segunda-feira uma decisão sobre uma eventual demissão Direitos de autor  Manu Fernandez/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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De Euronews
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Primeiro-ministro decidiu tirar uns dias para refletir sobre o futuro e decidir se deve continuar a liderar o governo espanhol ou renunciar ao cargo.

O futuro da política em Espanha está mergulhado em suspense até segunda-feira e a possível demissão do primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez desencadeou um debate nacional sobre os limites da política.

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O chefe do governo espanhol adiou a agenda por uns dias para avaliar se abandona o cargo por causa de um escândalo de corrupção que envolve a mulher Begoña Gomez.

A justiça espanhola abriu uma investigação após uma denúncia feita por um grupo de campanha contra a corrupção, cujo líder tem ligações com a extrema-direita.

Na sexta-feira, vários membros do governo expressaram apoio a Pedro Sánchez. 

Já o ex-primeiro-ministro socialista José Luis Zapatero acredita que o debate público em curso é muito benéfico para a democracia.

O Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros no primeiro governo de Sánchez, Josep Borrell, esteve na sexta-feira em Madrid e manifestou a mesma opinião. 

"É necessário separar questões de debate político, ideias, abordagens, propostas, de questões que envolvam ataques pessoais", defendeu.

O primeiro-ministro espanhol partilhou uma "carta aos cidadãos" anunciando que ia tirar uns dias para refletir sobre o futuro e decidir se deveria continuar a liderar o governo espanhol ou renunciar ao cargo.

Sánchez alega que as suspeitas de corrupção contra a mulher, Begoña Gomez, são infundadas e fabricadas por rivais políticos da extrema-direita.

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