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Equipamentos eletrónicos fora das cabinas são inconveniente para os passageiros

Equipamentos eletrónicos fora das cabinas são inconveniente para os passageiros
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As reações à decisão dos EUA, seguida por Londres, de interditar o transporte de computadores e tablets, na cabina em voos de nove companhias aéreas que ligam vários países do Médio Oriente e norte de África aos Estados Unidos são, em alguns casos de surpresa e incredulidade.

As autoridades norte-americanas, evocam riscos reais de atentados “terroristas”, relacionados com ameaças detetadas, mas há quem não compreenda:

“No avião há pessoas de diferentes nacionalidades, se alguém quiser fazer alguma coisa, e transporte esse tipo de dispositivos, escolhe outra companhia aérea. Por isso, não sei quem foi o inteligente que tomou esta decisão”, adianta um passageiro do aeroporto JFK, em Nova Iorque, Mohsen Ali.

Os passageiros só podem levar na bagagem de cabina telemóveis e dispositivos médicos.

Para um analista os inconvenientes para os passageiros são muitos:

“São muitos os inconvenientes e, francamente, cria muito stress aos passageiros. Torna-os conscientes dos riscos que correm e, para além destes inconvenientes, há o outro de se ter de colocar esses dispositivos, muito caros, na bagagem de porão sobre a qual não têm controlo durante horas”, explica Henry Harteveldt, analista da indústria das viagens para o grupo Atmosphere Research.

Entre as companhias visadas estão a Qatar Airways e a Emirates. Os aeroportos de origem, o do Cairo, Qatar, Dubai, Marrocos, entre outros.

A Emirates aproveita a decisão norte-americana para promover o seu serviço a bordo

O Reino Unido segue os EUA mas as restrições resumem-se a seis países do Médio Oriente, mas mais companhias aéreas.

França e Canadá estão a estudar a matéria para decidir se tomam medidas idênticas.

Há quem brinque com a questão, como esta arqueóloga que diz que para a próxima viagem levará uma máquina de escrever…

A Air Jordanian já colocou na sua conta de Twitter uma informação sobre a interdição