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ONU considera que negociações para reunificar Chipre arrancaram em "ambiente positivo"

ONU considera que negociações para reunificar Chipre arrancaram em "ambiente positivo"
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O “ambiente positivo” e “construtivo” dominou o início da ronda de negociações entre gregos e cipriotas sobre a reunificação de Chipre, que arrancou esta quarta-feira na estação alpina de Crans-Montana, na Suíça.

É pelo menos esse o entendimento do enviado especial das Nações Unidas para Chipre, Espen Barth Eide, que ao mesmo tempo também opta pela prudência: “O maior sucesso seria um acordo compreensivo real. É difícil mas não é impossível. Discutiram-se tantas coisas que se isto for realmente produtivo e nos enfocarmos nas questões essenciais não está fora de alcance. Pode acontecer. Resumidamente, podemos não ter um acordo-quadro mas antes avanços em questões-chave.”

As discussões sobre questões relacionadas com a segurança do futuro Estado dominaram a agenda de trabalhos durante a manhã. Esse é precisamente o temas que mais fricções intensifica entre as delegações cipriotas rivais.

Um documento que contempla o que foi abordado na última ronda serviu de ponto de partida para a retoma da negociações, mas o enviado da ONU, Espen Barth Eide, clarificou que este não representa uma visão comum: ‘‘Está incorreto dizer que o documento foi retirado. Concluímos apenas que não é comum. Apresentámo-lo, existe e não é comum. Por isso não estamos a usá-lo como uma plataforma comum.”

A conferência diplomática não tem duração definida, mas por razões práticas estabeleceu-se o dia 7 de julho como horizonte temporal, para prosseguir ou terminar. O futuro está para já em aberto.