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Famílias das vítimas do acidente do Chapecoense sentem-se "abandonadas"

Famílias das vítimas do acidente do Chapecoense sentem-se "abandonadas"
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As famílias das vítimas da queda do avião da LaMia, fretado pela equipa brasileira Chapecoense sentem-se “abandonadas” pelo clube e pelas empresas de “media”.

A aeronave despenhou-se na Colômbia a 28 de novembro, do ano passado, e provocou 75 mortos e 6 feridos, na sua maioria futebolistas e jornalistas.

As representantes da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo da Chapecoense reclamam mais ajuda tanto psicológica como financeira e exigem que sejam apuradas responsabilidades.


“Foram vidas que foram perdidas. As empresas colocaram os seus funcionários dentro daquela aeronave e elas precisam assumir a sua responsabilidade institucional diante das vidas que eles não zelaram”, afirma Fabienne Belle, mulher do fisiologista da Chapecoense, César Martins.

Mara Paiva, a mulher do comentador da Fox Sports, Brasil, Mário Sérgio, afirma evidencia que “com certeza absoluta, o zagueiro, o atacante, o goleiro do clube, o comentarista da Fox, já foram repostos. Esses lugares já foram ocupados, novamente. A roda continua girando só que o marido dela, o pai do meu filho, não.”

A delegação da Chapecoense está em Itália para um jogo amigável com a Roma, na sexta-feira.


Enquanto isso, os jogadores, incluindo os sobreviventes do acidente Alan Ruschek e Jakson Follmann, que viu amputada parte da perna direita, encontraram-se com o Papa Francisco, na quarta-feira, na Praça de São Pedro, no Vaticano.