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Egito enterra as vítimas mortais do atentado contra a mesquita

Egito enterra as vítimas mortais do atentado contra a mesquita
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De  Nelson Pereira
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Egito enterra as vítimas mortais do atentado contra a mesquita. O exército bombardeou esconderijos dos jihadistas

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O Egito enterra as vítimas do atentado terrorista de sexta-feira contra uma mesquita na Península do Sinai, que, segundo o último balanço oficial, fez 305 mortos, entre os quais 27 crianças, e 128 feridos.

Os jornais deploram que o terrorismo tenha entrado mais uma vez “na casa de Deus” e reza-se pelas vítimas em todas as mesquitas. O massacre de tanta gente inocente deixou chocado o país.

“Estamos em estado de choque depois deste ataque terrorista. O terrorismo tem de ser erradicado. Trabalharemos com o governo e os militares para combater o terrorismo”, disse um habitante do Cairo.

“Eu quero uma resposta dissuasiva ao que foi feito. Não podemos aceitar acordarmos todos os dias para chorar. Morre gente todos os dias. Estou farto”, sublinhou um outro.

Aviões e helicópteros militares bombardearam locais considerados esconderijos dos jihadistas, nas zonas montanhosas próximas do local do atentado, 80 km a oeste de Al-Arish, capital do Norte do Sinai. Terão sido mortos pelo menos 15 atacantes e destruídos vários veículos todo-o-terreno usados no atentado.

De acordo com as autoridades, cerca de 20 terroristas ligados ao Daesh, detonaram uma bomba junto à mesquita de al-Rawdah, em Bir al-Abd, e dispararam depois sobre aqueles que tentavam fugir.

Para os radicais sunitas, os muçulmanos seguidores do sufismo são heréticos, tal como os muçulmanos xiitas, e por isso devem ser aniquilados.

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