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A extrema-direita às portas da Casa Branca

A extrema-direita às portas da Casa Branca
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As imediações da Casa Branca, em Washington, foram palco de uma tensa batalha verbal entre militantes de extrema-direita e contra-manifestantes antifascistas.

Um grupo de 20 partidários da chamada "direita alternativa" voltou a organizar um golpe mediático ao defender a construção do muro do México às portas da residência oficial de Donald Trump.

Os manifestantes, convocados pelo líder do movimento nacionalista xenófobo Richard Spencer, protestavam também contra a absolvição de um imigrante clandestino mexicano, na semana passada, no julgamento pelo assassínio de Kate Steinle em São Francisco em 2016.

A polícia foi obrigada a intervir para escoltar o grupo até a uma paragem de metro face a uma contra-manifestação de movimentos antifascistas e depois de vários minutos de tensão e troca de insultos.

Desde a subida de Donald Trump ao poder que a extrema-direita norte-americana multiplica os protestos mediáticos, marcados, no início do ano por cenas de violência com contra-manifestantes em Charlottesville, Virginia e Florida.

Richard Spencer tornou-se o símbolo do movimento "supremacista" com argumentos xenófobos como a criação de um estado reservado aos cidadãos brancos nos Estados Unidos.