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Honduras: Polícia recusa tomar partidos e faz greve

Honduras: Polícia recusa tomar partidos e faz greve
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De  Ana Serapicos
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Manifestação policial fez com que o recolher obrigatório fosse adiado por duas horas

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Os agentes policias não querem ser instrumentalizados e apelam à paz nas ruas. 

A greve de agentes especiais da policia nacional em Tegucigalpa, nas Honduras, obrigou o governo a adiar por duas horas o recolher obrigatório, o qual foi decretado na passada sexta-feira. 

A livre circulação em todo território nacional é proibida das 18h às 6h, em detrimento do estado de emergência em que o país se encontra.

A medida foi tomada para que a violência diminua, já que a contagem dos votos das eleições presidenciais tem levado simpatizantes do partido da oposição às ruas, partido liderado por Salvador Nasralla, o qual acredita ter sido alvo de fraude na contagem dos votos. Salavdor Nasralla ficou a 0,4% do adversário e atual chefe de estado, Juan Orlando Hernández.

Os votos ainda não foram recontados e o povo continua impaciente. Marisa Matias, eurodeputada responsável pela missão dos observadores da União Europeia, apelou à calma, já que o processo de contagem dos votos ainda não está terminado. 

"Não ficará nada por dizer. Estou aqui, diante de vocês, a dizer, por favor, ainda não há vencedores e o processo ainda não está terminado. Como é que querem que eu me contradiga e que encerre o processo agora? Não é possivel. ", disse Marisa Matias. 

Desde 26 de Novembro que as Honduras aguardam o novo presidente. Os resultados oficiais só serão conhecidos quando os votos forem todos recontados pelo Supremo Tribunal Eleitoral. 

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