This content is not available in your region

Os melhores momentos dos Jogos Olímpicos de Inverno

Access to the comments Comentários
De  Nara Madeira
euronews_icons_loading
Os melhores momentos dos Jogos Olímpicos de Inverno

Depois de quase três semanas de competições os Jogos Olímpicos de Pyeongchang chegaram ao fim. Uns jogos onde houve de tudo; atletas que fizeram história, delegações que quebraram recordes e jovens promessas que vieram ficar. Esta é a nossa seleção dos melhores momentos dos Jogos de Inverno de Pyeongchang.

Shaun White tornou-se no primeiro snowboarder a ganhar três medalhas de ouro olímpicas em três edições diferentes. White ganhou a sua primeira medalha Olímpica de ouro há 12 anos, e fez história ao conquistar conquistar o 100º ouro para os Estados Unidos na história dos Jogos de Inverno.

Martin Fourcade tornou-se no atleta francês mais medalhado da história olímpica, depois de conquistar o ouro olímpico na estafeta mista de Biatlo, a masculina escapou-lhe. Foi o quinto título Olímpico do atleta de 29 anos, o terceiro na Coreia do Sul. O gaulês tinha conquistado dois ouros em Sóchi, em 2014. O esquiador alpino Jean-Claude Killy tinha o anterior recorde, três medalhas Olímpicas, arrecadadas em 1968, em Grenoble.

Ester Ledecká, de 22 anos, tornou-se no primeira atleta a ganhar o ouro olímpico tanto em esqui como no snowboard. Ela é a única atleta a ter competido em ambos os eventos. Sete dias depois de se tornar na primeira atleta de snowboard a vencer em esqui alpino, modalidade Super-G, arrecadava também o ouro no slalom paralelo gigante de snowboard.

A seleção da Noruega superou-se. Conquistou 39 medalhas e quebrou o recorde dos EUA, estabelecido há oito anos nas Olimpíadas de Vancouver. Os norte-americanos tinham ganho 37.

Chloe Kim tornou-se na mais jovem atleta a ganhar uma medalha olímpica de snowboard. Kim ganhou ouro no halfpipe de snowboard feminino em, Pyeongchang, aos 17 anos.

Com apenas 15 anos, a patinadora artística russa Alina Zagitova ganhou a primeira medalha de ouro para os atletas olímpicos da Rússia. Já a equipa masculina de hóquei no gelo ganhou a segunda para esta delegação.

Casos de doping em PyeongChang

Mas, como em todas as histórias, há sempre um lado sombrio. E neste caso não foi nada de novo. A sombra do doping voltou a pairar sobre os Jogos Olímpicos. Atletas russos que competiam sob a bandeira olímpica deram positivo nos testes antidoping, o que resultou na perda de medalhas olímpicas. Com apenas 15 anos, a patinadora artística russa Alina Zagitova ganhou a primeira medalha de ouro para os atleta olímpicos da Rússia. Já a equipa masculina de hoquéi no gelo ganhou a segunda para esta delegação.

Depois de ver a sua seleção afastadas dos Jogos Olímpicos de Inverno pelos casos de doping, a Rússia não conseguiu afastar o estigma e acabou enredada de novo nas teias dos controlos positivos.

As análises a Alexander Krushelnitsky, incluindo a contraprova, deram positivo para o uso de uma substância proibida, o meldonium. O atleta, que venceu a medalha de bronze de pares mistos com a sua mulher, na modalidade de curling, perdeu a medalha.

Enquanto a Rússia dizia não acreditar na dopagem do atleta o Comité Olímpico Internacional mostrava-se cauteloso:

"Como sabemos, foi aberta uma investigação. O que posso dizer é o que já disse noutras ocasiões. É sempre, extremamente, dececionante quando estas coisas acontecem", adiantou Mark Adams, porta-voz do COI.

Nadezhda Sergeeva, que terminou em 12º na competição de bobsleigh, pares femininos, também acusou positivo por uso uma substância proibida nos Jogos Olímpicos de Inverno. A atleta russa acabou por admitir o uso de uma substância que terá sido a trimetazidina, um estimulante, e acabou desclassificada. 

Para além dos russos também os testes a um dos jogadores da seleção eslovena de hóquei no gelo deram positivo.