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Diferença salarial entre mulheres e homens é ainda grande

Diferença salarial entre mulheres e homens é ainda grande
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REUTERS/Sergio Perez
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Trabalhar de borla. É o que muitas mulheres estão a fazer parte do ano. Neste caso, o grito de revolta surge do Reino Unido, por causa da diferença salarial entre mulheres e homens.

De acordo com o Congresso para a União dos Sindicatos britânico, as mulheres tem 67 dias de trabalho não pago. Apenas agora, março, começam a ganhar.

O dia internacional da mulher, esta quinta-feira, é ainda um dia amargo.

"É um grande desapontamento, porque já lá vão 100 anos desde que algumas mulheres ganharam o direito a votar, não todas. Mesmo assim, são 100 anos. Muitas gerações passaram desde então e vimos muitas mulheres a saírem às ruas para exigir igualdade, uma voz.

Com uma primeira-ministra mulher, gostaríamos de a ver sem papas na língua ao referir-se à diferença nas remunerações que é tão grande no Reino Unido", diz Ines Lage, do Congresso para a União dos Sindicatos.

Dados publicados pela agência de estatísticas da Comissão europeia, Eurostat, mostram que as mulheres no bloco europeu g ganharam em média menos 16 por cento em relação aos homens em 2016.

O Reino Unido tem a quarta maior diferença salarial, logo a seguir da Alemanha, da República Checa e da Estónia.

A dar o exemplo, estão países como a Roménia, a Itália e o Luxemburgo. Entre os 28, Portugal num pouco honroso 22o lugar.

As mulheres conseguiram em grande parte conquistar um lugar ao sol no Reino Unido e também na Europa, mas como estes números demonstram, têm ainda um longo caminho a percorrer.