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França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos criticam Rússia

Theresa May visitou o local onde o espião e a filha foram atacados
Theresa May visitou o local onde o espião e a filha foram atacados -
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REUTERS/Toby Melville/Pool
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França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos divulgaram, quinta-feira, um raro comunicado conjunto a condenar o ataque com gás de nervos contra um ex-espião russo e a filha, considerando-o uma violação da soberania do Reino Unido e da lei internacional.

"Não há explicação alternativa plausível. (...) A recusa da Rússia em responder ao pedido legítimo do governo do Reino Unido também sublinha sua responsabilidade"

T. May, E. Macron, A. Merkel e D. Trump Líderes de Reino Unido, França, Alemanha e EUA

Os quatro países dizem que "não há explicação alternativa plausível e realçam que a recusa da Rússia em responder ao pedido legítimo do governo do Reino Unido também sublinha sua responsabilidade".

Os líderes instam a Rússia a "fornecer dados completos sobre o seu programa Novichok à Organização para a Proibição de Armas Químicas" e pedem que respeite as suas obrigações como membro do Conselho de Segurança da ONU.

Os subscritores sublinham que há um "padrão" de comportamento russo que é "irresponsável".

O embaixador da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, negou, quarta-feira, que o país tenha um programa de armas químicas e repudiou as acusações sobre o caso Skripal.

O diplomata reiterou que o país está disponível para participar numa investigação conjunta com o Reino Unido.

A crise agudiza-se poucos dias das eleições presidenciais russas, que poderão fazer de Vladimir Putin o líder russo com mais tempo no poder desde Josef Stalin.