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UE oferece "solidariedade incondicional" a Londres em caso de ex-expião russo

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UE oferece "solidariedade incondicional" a Londres em caso de ex-expião russo

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Boris Johnson foi a Bruxelas pedir o apoio dos chefes da diplomacia do resto da União Europeia e a resposta foi positiva: reunidos na capital europeia, os ministros dos Negócios Estrangeiros dos Estados-membros exigiram a Moscovo respostas no caso de Sergei Skripal, "condenando fortemente" o envenenamento do ex-expião russo em Londres e oferecendo ao Reino Unido a sua "solidariedade incondicional".

Ainda antes da reunião com os homólogos e do comunicado oficial, o chefe da diplomacia britânica tinha considera "os desmentidos da Rússia" como "cada vez mais absurdos", sublinhando que "não há quase nenhum país [representado] em Bruxelas que não tenha sido afetado nos últimos anos por algum tipo de comportamento maligno ou perturbador por parte da Rússia".

Este domingo, depois de vencer as eleições para um quarto mandato, o presidente russo Vladimir Putin voltou a considerar absurdas as acusações contra Moscovo, frisando que o seu país "destruiu todas as armas químicas" e está "pronto para colaborar" com Londres.

Moscovo já tinha dito que o gás "Novitchok", supostamente usado para envenenar Skripal e a filha, foi desenvolvido pelo Ocidente e não pela Rússia.