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Refugiado iraquiano admite homicídio de alemã de 14 anos

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Refugiado iraquiano admite homicídio de alemã de 14 anos

Refugiado iraquiano admite homicídio de alemã de 14 anos
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REUTERS/Ralph Orlowski
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Ali Bashar, o jovem refugiado iraquiano de 22 anos suspeito de violar e matar uma adolescente de 14 anos perto de Frankfurt confessou o homicídio à polícia alemã.

Antes de ser extraditado pelo Iraque, para onde tinha fugido, já tinha admitido o crime às autoridades iraquianas. Mas a mãe disse, em entrevista à Deutsche Welle, que estava "intoxicado" e que não cometeu o crime sozinho.

Pressionada pelo próprio campo conservador para acelerar os processos de deportação de requerentes de asilo rejeitados, a chanceler Angela Merkel disse este domingo que "este caso mostra com é importante que os que não têm permissão para ficar, recebam sem atraso os procedimentos no tribunal e sejam enviados para casa".

Num protesto contra a política de imigração de Merkel na cidade de Mainz, onde vivia a vítima, Susanna Feldman, uma manifestante diz que "o assassinato poderia ter sido evitado, se esse homem não tivesse sido autorizado a entrar no país".

Mas, noutra contramanifestação também em Mainz para denunciar campanhas de ódio e racismo, alertava-se contra o aproveitamento do sucedido:

"A violência com um contexto sexual é um problema há muitos anos e faz parte da sociedade. [...] Não é apenas um problema das pessoas provenientes de outras culturas."

Grupos da extrema-direita alemã convocaram uma nova mobilização em Mainz esta segunda-feira.