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Protestos pró e anti-imigração continuam em Chemnitz

Protestos pró e anti-imigração continuam em Chemnitz
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De bandeiras na mão, cerca de 2 mil pessoas juntaram-se, para exigir segurança na cidade alemã de Chemnitz. Segurança que dizem só existir caso a integração dos imigrantes seja bem feita.

"Não temos nenhum problema com estrangeiros se eles se integrarem, se trabalharem ou se quiserem trabalhar e se não impuserem a cultura sobre nós." admitiu um dos manifestantes presentes no protesto. "Esses são os nossos princípios básicos. Muitas pessoas têm medo porque a situação de segurança está a piorar.", admitiu.

Do outro lado da rua está quem está contra estes protestos. Cerca de 500 pessoas de vários pontos da Alemanha fizeram questão de estar presentes para, como dizem, defender a democracia do país.

"Acho que estes eventos mostram que nossa democracia está em perigo, e que as pessoas do centro precisam de mostrar que isto não pode continuar assim.", admitiu um manifestante contra os pró-anti-imigração.

Hans-guiogue Maassen, presidente da Segurança Interna da Alemanha, levantou uma discussão dentro do governo, depois de lançar dúvidas sobre possíveis relatos de assédio a imigrantes por parte de manifestantes de extrema-direita.

As reações não tardaram a chegar, Andrea Nahles, presidente do parlamento alemão, diz que Maasen "deveria apresentar provas" e que o dever dele "é expôr e estabelecer inimigos da constituição", e que as declarações que fez "têm o efeito oposto".

As manifestações anti-imigração deverão continuar nos próximos dias.