Comida começa a faltar em Palu e agora também há um vulcão em atividade

Comida começa a faltar em Palu e agora também há um vulcão em atividade
De  Bruno Sousa
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Soputan, vulcão vizinho de Palu, despertou mas por enquanto sem causar danos

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A esperança é praticamente nula mas nem por isso param as buscas na localidade de Palu, na Indonésia, completamente destruída após o terramoto e o maremoto de sexta-feira. Esta quarta-feira ficou marcada pela descoberta dos corpos de 35 crianças que se encontravam numa igreja, e que elevou o número oficial de mortos para 1407. Tudo indica que o número ainda venha a aumentar.

A tragédia levou o presidente da Assembleia da República de Portugal, Eduardo Ferro Rodrigues, a enviar uma mensagem de pesar e solidariedade ao seu homólogo indonésio mas mais que palavras, na região são necessários mantimentos.

A comida começa a faltar em Palu e a ajuda humanitária enviada pelo governo tem sido escassa e tardia, até porque as vias de acesso à cidade se encontram bloqueadas pelos deslizamentos de terra. Os relatos de pilhagens sucedem-se e as autoridades locais fazem o possível para controlar a situação.

De acordo o Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas, mais de 200 mil pessoas, precisam de ajuda urgente e para piorar a situação, esta quarta-feira acordou o Soputan, vulcão que se encontra também na ilha de Celebes, cerca de 600 km a nordeste de Palu.

A nuvem de fumo era visível a vários quilómetros de distância, apesar disso não surgiram relatos de feridos nem de danos causados e por enquanto, a Agência de Gestão de Emergências descarta a necessidade de evacuar a região.

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