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"Ninguém vai entrar", diz Trump

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"Ninguém vai entrar", diz Trump

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15 mil militares. Donald Trump admite enviar para a fronteira com o México um contingente quase 3 vezes maior do que aquele que os Estados Unidos têm no Iraque.

Em vésperas das eleições intercalares para o Congresso, o presidente norte-americano, aproveita a aproximação das caravanas de migrantes vindos da América Central, para endurecer o discurso contra a imigração.

"Ninguém vai entrar. Não vamos deixar as pessoas entrar" diz o presidente norte-americano, acrescentando que há evidência do caráter "rude" das pessoas das duas caravanas conhecidas.

Trump refere-se também às notícias de que vai partir um novo grupo de El Salvador e anuncia que está a estudar seriamente a possibilidade de parar qualquer ajuda a estes países, por "nada estarem a fazer pelos americanos".

O Secretário norte-americano da Defesa veio entretanto reafirmar a prontidão dos militares para colaborarem com a polícia e os serviços de fronteiras. "Não fazemos teatro neste departamento", garante James Mattis, na resposta às acusações de que esta manobra tem o único propósito de desviar a atenção das eleições de 6 de novembro.

O Pentágono garante que já identificou os militares que podem ser deslocados para a fronteira.

Duas caravanas com cerca de 6 mil pessoas procedentes da América Central estão agora no sul do México. Trump anunciou o destacamento de 5 mil e 200 soldados para a fronteira que vão juntar-se aos cerca de 2 mil e 100 membros da Guarda Nacional.