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Amigos como antes

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O assassinato de Jamal Khashoggi não irá alterar as relações entre Estados Unidos e Arábia Saudita. Quem o garante é Donald Trump, decidido em ignorar os indícios cada vez mais fortes que apontam para o envolvimento de Mohammed bin Salman no homicídio do jornalista, defendidos pela própria CIA.

Para o presidente norte-americano, as conclusões dos serviços secretos não são definitivas e "talvez o príncipe saudita tivesse conhecimento desse acontecimento trágico, talvez não. Nunca o saberemos".

O comunicado de Trump acrescenta que a Arábia Saudita permanece um aliado importante, um aliado que pretende investir 450 mil milhões de dólares nos Estados Unidos e criar centenas de milhares de empregos no país.

Para Washington o assunto parece estar encerrado e importa regressar aos negócios quanto antes, já Ancara mostrou-se pouco satisfeita com a investigação de Riade e pondera a possibilidade de solicitar um inquérito formal à ONU.

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