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Tribunal japonês rejeita prolongar detenção de Carlos Ghosn

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O presidente da Renault e da aliança Renault-Nissan está detido em prisão preventiva há um mês, em Tóquio, sob suspeita de ter violado as leis financeiras.

Um tribunal japonês decidiu, esta quinta-feira, não prolongar a detenção do presidente da Renault e da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, rejeitando assim, o pedido da procuradoria.

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O executivo está detido em prisão preventiva há um mês, em Tóquio, sob suspeita de ter violado as leis financeiras, nomeadamente de ter prestado falsas informações sobre as remunerações que recebia nos relatórios e contas da empresa.

De acordo com os media nipónicos, Ghosn pode ser libertado já amanhã, após o pagamento de fiança, podendo assim aguardar o julgamento em liberdade.

O executivo diz estar inocente. A Procuradoria de Tóquio avisou, já, que pretende recorrer da decisão do tribunal, que rejeitou também a prorrogação da detenção do braço direito de Carlos Ghosn, o norte-americano Greg Kelly.

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